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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

 História: 1927 - Dançarina Isadora Duncan morre em acidente de carro


Em 14 de setembro de 1927, em Nice, França, a famosa dançarina Isadora Duncan é estrangulada após o enorme cachecol de seda que vestia se enroscar na calota da roda traseira do carro – conversível.

Isadora Duncan nasceu em 1877 em San Francisco e mudou-se para a Europa para se tornar bailarina com menos de 20 anos. Ela sempre foi uma amante da dança.  Na adolescência, lecionou na escola de música da mãe. Porém, Duncan nunca treinou balé clássico. Pelo contrário, tinha um espírito boêmio livre e suas danças improvisadas tinham forte cunho emocional. Eram coreografadas, dizia, “para redescobrir a beleza, os movimentos rítmicos do corpo humano.”



No dia em que morreu, Duncan era passageira de um novo modelo de carro desportivo conversível. Assim que passou para o banco de trás, o longo cachecol vermelho – que passou a usar assim que aderiu ao comunismo, segundo relatou um jornal sensacionalista – se enroscou na calota da roda traseira do lado do passageiro, se prendeu ao eixo e a enforcou violentamente em torno do pescoço de Duncan, jogando-a ao chão, e arrastando-a pelo pavimento de paralelepípedos. Ela morreu instantaneamente. 


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"Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos, nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril"

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